O programa econômico da candidatura de Romeu Zema (Novo) à Presidência da República foi detalhado, apresentando duas pilares centrais: a implementação de uma jornada de trabalho remunerada por hora, sem limite pré-estabelecido, e a privatização de todas as empresas estatais.
A proposta para a jornada de trabalho visa flexibilizar o modelo atual, permitindo que a remuneração seja calculada estritamente por hora trabalhada, sem a imposição de um teto para o número de horas que podem ser cumpridas. Este formato, segundo a campanha, busca otimizar a produtividade e a adaptabilidade das relações trabalhistas.
No que tange à administração pública, o plano econômico de Zema prevê a desestatização completa do setor produtivo sob controle governamental. Isso inclui a venda de todas as empresas, desde as de menor porte até as consideradas “joias da coroa” do patrimônio nacional. Entre as companhias explicitamente mencionadas para a privatização estão a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, ativos de grande valor e impacto estratégico para o país.
Por Marcos Puntel
Fonte: https://redir.folha.com.br