Em comemoração aos 307 anos de Cuiabá, nesta quarta-feira (8), o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, destacou o papel estratégico da capital no desenvolvimento do estado e reafirmou o compromisso do governo estadual em manter a cidade como um lugar acolhedor para todos os mato-grossenses e brasileiros que escolhem viver na região.

Durante discurso oficial, Pivetta ressaltou que, desde 2019, o Governo de Mato Grosso tem atuado com uma visão integrada de desenvolvimento, destinando recursos significativos para diversas áreas da capital. Somente em Cuiabá, os investimentos nos últimos sete anos alcançam R$ 6,7 bilhões em setores como infraestrutura, mobilidade urbana, saúde, educação e apoio à agricultura familiar.

Nossa missão como Estado é manter Cuiabá como cidade acolhedora para todos os mato-grossenses e brasileiros que escolheram viver aqui”, afirmou o governador, destacando a importância de parcerias entre o Estado e municípios para ampliar os benefícios aos cidadãos.

Entre as principais obras entregues estão a construção de pontes — incluindo a Ponte do Parque Atalaia —, viadutos, asfaltamentos e restaurações de avenidas, além da implantação do BRT, duplicação de corredores viários e a ampliação da iluminação pública em áreas prioritárias por meio do programa MT Iluminado. No total, mais de R$ 2 bilhões foram aplicados em intervenções de infraestrutura.

Na área de educação, o governo informou que foram entregues sete novas escolas, incluindo quatro Centros de Educação Infantil (CEIs), além da reforma de unidades existentes, com um aporte aproximado de R$ 500 milhões desde 2019. Segundo Pivetta, tais investimentos ajudaram o estado a subir no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).

O setor de agricultura familiar também recebeu atenção, com iniciativas voltadas à sustentabilidade e geração de renda para pequenos produtores cuiabanos. Já na saúde, Cuiabá segue como referência regional para atendimentos de média e alta complexidade, com entregas e ampliações de hospitais e centros médicos.

Por: Marcos Puntel / Redação Papo de Revista

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