As exportações brasileiras destinadas à China enfrentarão uma taxação de 55% sobre o volume que exceder as cotas estabelecidas por Pequim. A medida, que incidirá sobre o excedente do limite definido, já acende um alerta para o Brasil, cujas remessas atuais superam a cota determinada pelas autoridades chinesas para o ano de 2026. Com isso, uma fatia considerável dos produtos brasileiros que chegam ao mercado chinês será onerada, impactando diretamente a rentabilidade e a competitividade dos exportadores nacionais. A política chinesa de controle de volume por país representa um novo desafio para o comércio bilateral, exigindo uma reavaliação das estratégias de venda para um dos principais parceiros comerciais do Brasil.
Por Marcos Puntel