O prefeito Abílio compartilhou suas observações sobre a sociedade chinesa, abordando aspectos culturais, comportamentais e relacionados à liberdade social. Segundo o prefeito, muitos jovens na China estão imersos em plataformas digitais locais, com destaque para a versão chinesa do TikTok, utilizando menos aplicativos comuns no ocidente.

“Eles vivem naquele modelo de TikTok, e para eles aquilo é suficiente. Não têm WhatsApp, não têm ideia do que existe fora dali”, comentou Abílio, enfatizando as diferenças no acesso e uso de redes sociais.

O prefeito destacou que grande parte da população chinesa cresce com pouco ou nenhum contato com religiões, o que, segundo ele, influencia na percepção da sociedade. “A maioria nunca teve contato com religião nenhuma desde criança. Eles não têm essa percepção de sociedade que nós temos”, afirmou.

Abílio também mencionou as diferenças culturais relacionadas à expressão de identidade de gênero e orientação sexual. Ele observou que, embora existam pessoas LGBTQIA+ na China, a liberdade de manifestação pública é mais restrita em comparação com o Brasil. “Aqui você vê pessoas andando com a bandeira LGBT na roupa, no braço. Lá isso não acontece”, disse o prefeito.

O prefeito também ressaltou que brasileiros frequentemente fazem comparações ou defendem modelos estrangeiros sem o devido conhecimento das particularidades locais.

Abílio também apontou a ausência de símbolos associados à esquerda ocidental, apesar do país ser governado por um partido comunista. “Lá não tem camiseta do Che Guevara, não tem esses símbolos. A China é a China e defende apenas a China”, concluiu.

Fonte: omatogrosso.com

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