O deputado federal Coronel Assis (União Brasil) enfrenta um período turbulento em seu mandato. Conhecido por seu alinhamento com o bolsonarismo, o parlamentar de Mato Grosso vê sua popularidade declinar, colocando em risco suas chances de reeleição em 2026.

Eleito em 2022, Assis construiu sua base eleitoral em Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, tem sido alvo de críticas devido à percepção de falta de resultados concretos. A postura combativa em relação ao governo federal parece ter perdido o apelo entre os eleitores, que agora demandam ações efetivas e menos retórica.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Instituto IDOC, indica um cenário desfavorável para o coronel, posicionando-o em 11º lugar, com apenas 0,5% das intenções de voto. Nomes como Virgínia Mendes e Fábio Garcia, além de Gisela Simona, do mesmo partido, lideram as intenções de voto, intensificando a competição.

A situação se agrava com relatos de perda de apoio de antigos aliados e um suposto distanciamento de lideranças importantes em Várzea Grande. Essas mudanças teriam enfraquecido sua capacidade de articulação política. Há também insatisfação relacionada ao atraso na liberação de emendas e ao não cumprimento de promessas feitas durante a campanha.

“O discurso de oposição sem entrega perdeu força. O eleitor quer resultado, não apenas críticas”, comentou um analista político.

A pesquisa IDOC, que ouviu 600 pessoas em Cuiabá entre 11 e 15 de outubro, com margem de erro de 4 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, sugere uma mudança nas expectativas do eleitorado. A busca por coerência e resultados pode deixar para trás políticos que se sustentam apenas em ideologias.

Fonte: omatogrosso.com

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