O mercado de boi gordo apresentou um cenário de estabilidade nas praças paulistas, com uma diminuição nas ofertas que antes eram mais volumosas. A redução, contudo, não impediu que alguns frigoríficos ainda dispusessem de um bom número de animais de confinamento.

O início da semana foi caracterizado por uma baixa movimentação de negócios, com a indústria frigorífica aguardando o desenvolvimento do mercado. Essa postura resultou na manutenção das cotações em todas as categorias, com as escalas de abate operando, em média, com dez dias de cobertura.

No Rio de Janeiro, a estabilidade também foi a tônica. A oferta de bovinos diminuiu, e o regime de chuvas, que apresentava bom ritmo no início do mês anterior, perdeu força. Essa mudança climática impactou as pastagens, que começaram a regredir após um período de rebrota. Os preços do boi gordo permaneceram estáveis após a alta registrada na semana anterior.

No mercado atacadista de carne com osso, a demanda foi impulsionada pelo primeiro fim de semana do mês, impulsionada pelo início do mês. O aumento das vendas no varejo e os pedidos de reposição de estoques motivaram ajustes positivos nas cotações das carcaças.

A carcaça casada do boi castrado teve um aumento de 2,0%, equivalente a R$ 0,40 por quilo, enquanto a do boi inteiro subiu 2,6%, ou R$ 0,50 por quilo. No segmento de fêmeas, a carcaça casada da vaca apresentou uma elevação de 1,9%, representando R$ 0,35 por quilo, e a da novilha valorizou 1,8%, também com um acréscimo de R$ 0,35 por quilo.

No mercado de carnes alternativas, o frango médio registrou um aumento de 1,3%, o que corresponde a R$ 0,10 por quilo. O preço do suíno especial permaneceu estável em relação à semana anterior.

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