Máscara ritualística da Zâmbia, pingente da histórica Palmira e obra do artista sueco Anders Zorn figuram entre os diversos artefatos culturais que agora integram o acervo de um museu virtual. A iniciativa, lançada nesta segunda-feira, visa reunir e apresentar ao público peças que foram alvo de saques e roubos ao redor do mundo.

O museu virtual da Unesco oferece uma plataforma para a visualização desses objetos, buscando aumentar a conscientização sobre o impacto devastador do tráfico ilícito de bens culturais e a importância da proteção do patrimônio histórico. A coleção inicial inclui itens representativos de diferentes regiões e períodos, ilustrando a amplitude do problema e a necessidade de esforços globais para combater o crime.

A iniciativa da Unesco busca facilitar o acesso à cultura e promover a recuperação do patrimônio perdido, oferecendo uma ferramenta online para estudiosos, autoridades e o público em geral. A plataforma virtual permite a visualização detalhada dos objetos, acompanhada de informações sobre sua origem e significado cultural. A expectativa é que o museu virtual se torne um centro de referência e um instrumento para a conscientização sobre a preservação da história e da identidade cultural de diferentes povos. Lançado em 29 de setembro, o museu já está acessível online.

Fonte: redir.folha.com.br

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *