Um levantamento recente aponta um aumento na representatividade de pessoas pretas, pardas e indígenas na pós-graduação stricto sensu no Brasil nos últimos 30 anos. Apesar do avanço, a população branca ainda detém a maioria das titulações de mestrado e doutorado no país.
De acordo com os dados mais recentes, referentes a 2021, os brancos representaram 68,6% dos doutores formados e 62,9% dos mestres titulados. O estudo demonstra uma mudança gradual no perfil racial da pós-graduação, indicando um acesso maior para grupos historicamente menos representados no ensino superior.
A análise ressalta a importância de políticas afirmativas e ações que promovam a inclusão racial na educação, visando a uma distribuição mais equitativa das oportunidades no campo acadêmico e científico. Embora o cenário ainda mostre uma predominância da população branca, o crescimento da participação de pretos, pardos e indígenas sinaliza um progresso importante na busca por uma maior diversidade racial na pós-graduação brasileira.
Fonte: redir.folha.com.br