(03/26/2026 – 10h44)

O novo uniforme oficial da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026, lançado pela Nike no último sábado (21), mergulhou em uma onda de críticas intensas nas redes sociais. A peça, que prometia inovar e engajar a torcida, acabou gerando mais controvérsia do que a esperada celebração, especialmente por conta de um elemento particular em seu design.

A expressão “Vai Brasa”, exibida em meiões e camisetas de treino, é o epicentro da insatisfação. A frase foi incorporada com a clara intenção de se tornar um bordão oficial, um grito de guerra para os torcedores abraçarem e utilizarem na torcida pela seleção. No entanto, a estratégia da fornecedora de material esportivo falhou em agitar o coração dos fãs. Em vez de entusiasmo, a reação dos internautas foi de estranhamento e desaprovação.

A principal crítica que ecoa por diversas plataformas online é a falta de familiaridade e conexão da expressão com a identidade nacional e a cultura do futebol brasileiro. “Quem chama o Brasil de Brasa?”, questionam os torcedores, demonstrando que a tentativa de criar um novo mantra para a seleção não ressoou com a paixão e o vocabulário já estabelecidos da apaixonada torcida brasileira. A rejeição ao slogan sugere uma desconexão entre a concepção da campanha e o sentimento genuíno dos fãs, que esperavam algo mais orgânico e representativo do espírito do país. A repercussão negativa lança um desafio para a marca na busca por uma conexão autêntica com um dos públicos mais exigentes e fervorosos do futebol mundial.

Por Marcos Puntel

Fonte: https://redir.folha.com.br

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