Uma propriedade rural nas proximidades da Vila Simione, em Itanhangá, Mato Grosso, registrou perdas significativas em sua lavoura de milho após ser atingida por uma chuva de intensidade atípica para o mês de junho. A precipitação, que surpreendeu o produtor, ocorreu em um período tradicionalmente marcado pela estiagem na região, causando danos a uma plantação que se encontrava em fase final de desenvolvimento e próxima da colheita.
O volume de água e a força do temporal provocaram o acamamento de grande parte da lavoura. Essa condição, onde as plantas de milho se dobram ou se quebram, pode comprometer seriamente tanto a produtividade esperada quanto a qualidade dos grãos, impactando diretamente o rendimento da safra. Imagens da propriedade mostram extensas áreas da plantação afetadas pelo fenômeno, evidenciando a gravidade dos danos.
Diante do cenário, o produtor rural está agora em fase de avaliação da extensão total das perdas e dos consequentes impactos econômicos gerados pela inesperada intempérie. A preocupação se acentua, pois a fase final do ciclo do milho é crucial para a qualidade e o volume da produção.
Especialistas do setor agropecuário reforçam que chuvas intensas durante essa etapa crítica do desenvolvimento da cultura podem dificultar significativamente o processo de colheita. Além disso, aumentam o risco de perdas no campo e contribuem para a redução do rendimento final da safra, um desafio adicional para os produtores da região que já enfrentam as particularidades climáticas de Mato Grosso.
Por Marcos Puntel
Fonte: https://www.nortaomt.com.br